Texto por: Felipe “Felpy” e Gabriel Reis

Definidos os times que disputarão a final da 3ª temporada da Free Fire Pro League, é hora de conhecermos mais a fundo um por um dos finalistas que estarão no Rio de Janeiro no dia 9 de novembro para brigar pelo título e pelas duas vagas no Mundial, que também será sediado em terras cariocas.

Hoje é dia de destrinchar a RED Canids Kalunga, que levantou o troféu da primeira temporada e chega para disputar a sua terceira final de Pro League. A Matilha terminou a 3ª temporada na segunda colocação do Grupo A com 2825 pontos. Foram ao todo 51 eliminações, duas sobrevivências e três vezes no Top 2 ao longo das 12 quedas disputadas na fase regular.

Formação da RED Canids que levantou o caneco na 1ª temporada da Free Fire Pro League (Foto: BBL)

Depois de amargar a quarta colocação na 2ª temporada, o plano de jogo da equipe, assim como a sua formação, passaram por algumas mudanças.

Alemao, Madanza, Kadu, Finnaker e Raposo foi o esquadrão que representou a equipe nas duas últimas temporadas. De olho no bicampeonato, a equipe foi ao mercado e contratou Dexter e Morato para substituir Kadu e Finnaker, que deixaram o time na última janela de transferências. Raposo, que também fazia parte da equipe, assinou com a B8 e disputou a 3ª edição pela novata, que também estará na briga pelo título no Rio de Janeiro.

Evolução e quedas

Peak (Bermuda) e Brasília (Purgatório) são os locais de queda mais explorados pela RED Kalunga, que sempre busca contestar os principais pontos centrais em ambos os mapas.

Pousar nas regiões centrais faz com que o time abuse de um posicionamento confortável para a próxima zona segura, sempre guardando os radares de Peak e Brasília para descobrir seus próximos posicionamentos.

Dessa forma, a RED sempre está muito bem posicionada no final das partidas, o que culmina em eliminações fáceis em cima de adversários que chegam atrasados no local onde se encerra a queda.

Mesmo que a Matilha tenha feito apenas 500 pontos nas primeiras rodadas, o estilo de jogo adotado até que funcionou bem nesta temporada, levando em consideração que o time foi um dos destaques durante a super rodada que deu fim à fase de grupos.

Em oito quedas disputadas, a RED Kalunga marcou 1265 pontos em Bermuda e 1060 pontos em Purgatório, o que contabiliza uma média de aproximadamente 291 pontos por disputas, o que é quase um BOOYAH (300 pontos).

Elenco e número de abates conquistados na fase regular:

  1. Dexter – 21 eliminações
  2. Alemao – 15 eliminações
  3. Morato – 12 eliminações
  4. Madanza – 3 eliminações

Considerações finais

Experiência internacional, agressividade e regularidade são os pontos que tornam a RED Kalunga uma das equipes mais fortes da grande final. O time conta com uma estratégia de jogo sólida, que se bem executada no presencial, pode garantir o troféu e o bicampeonato tão almejado pela organização.