20 perguntas com” é uma série de matérias que serão publicadas no site da Free Fire Pro League. O objetivo das entrevistas será aproximar cada vez mais o leitor dos seus jogadores e criadores de conteúdo favoritos. Para dar o pontapé inicial, convidamos o jogador da paiN Gaming, Piuzinho, que respondeu algumas das curiosidades com relação a sua vida pessoal e profissional.

Piuzinho é um dos maiores nomes da paiN Gaming (Foto: Reprodução)

Confira o 20 perguntas com: Piuzinho, “o bravo tem nome”.

Nome completo?
– Ricardo Henrique Ferreira Baia.

Idade?
– 23 anos.

Cidade natal?
– Belo Horizonte.

Pai e mãe?
– Frederico e Gilma.

Já fez faculdade ou teve vontade de fazer em algum momento?
– Eu nunca fiz faculdade, mas tinha vontade de cursar Educação Física.

Como conheceu o Free Fire?
– Crusher e Chin, eles são meus amigos e foi por causa da indicação deles que eu comecei a jogar.

Origem do nickname “Piuzinho”?
– Porque eu sou baixinho? (risos) O pior é que nem eu sei dizer ao certo, eu não lembro.

Já acompanhava o cenário de games/esports antes?
– Não, eu vim conhecer todo esse mundo graças ao Free Fire, antes eu só tinha tempo para vencer coxinha (risos).

Quando você percebeu que estava ficando conhecido?
– Quando eu vi que meu canal estava chegando em um milhão de inscritos.

Pensou que chegaria tão longe por causa do Free Fire?
– Nunca.

Qual a opinião de sua família com relação a tudo isso?
– Eu morava sozinho quando comecei e não tinha muito contato com a minha família. O início foi apenas eu e Deus, mas hoje eles (meus familiares) entendem a minha profissão.

Sobre a rotina de um criador de conteúdo, é cansativa?
– Sim, bem cansativa às vezes, principalmente depois de muito tempo seguido a mesma rotina. Eu, por exemplo, só quero entrar de férias para me recompor e voltar com tudo!

O que você tem a dizer sobre o público enorme que está engajado com o Free Fire?
– Eu acho muito incrível, para onde eu vou, tem alguém que me reconhece, pode ser em São Paulo ou até mesmo no Interior do país.

Inspirações?
– Eu me sinto inspirado por pessoas como eu, que não desistem de correr atrás dos seus sonhos, mesmo que seja criticado por eles. Sempre que eu vejo alguém lutando contra tudo e todos atrás do que realmente o faz feliz, isso me inspira.

Sonhos?
– Fora do Free Fire eu não almejo muita coisa, mas com relação ao jogo, o meu sonho é vestir a camisa do meu time (paiN Gaming) e representar o país em algum campeonato internacional.

Pensa em investir no profissional?
– Eu admiro quem joga profissionalmente, mas eu prefiro focar na parte das transmissões mesmo.

Já pensou em desistir de tudo em algum momento?
– Já sim, tive algumas recaídas por causa de problemas pessoais, mas aí eu vejo todo o carinho que os meus fãs têm por mim e isso sempre me dá forças para continuar. Eu falo um pouco sobre isso na minha última música, “Poesia Free Fire” (confira abaixo).

Momento mais feliz na sua carreira?
– Foi quando eu comecei a viver do meu sonho e fazer as primeiras compras de casa com o dinheiro desse sonho.

Momento mais triste?
– Foi quando precisei me distanciar dos meus amigos e da minha cidade para viver o meu sonho.

Quer deixar uma mensagem para o seus fãs?
– Quero sim, agradecer muito todo apoio e força que eles me dão e é isso aí, vamos dominar o mundo todo, vem comigo que o bravo tem nome: “Piuzinho”.

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