Felpy (à esquerda) e Hads dão seus pitacos sobre quem chega forte para as finais da Pro League

A etapa decisiva da Pro League de Free Fire está prestes a começar e muito se pergunta sobre quem tem mais chances de ser campeão.

Teremos 12 equipes preparadas para dar um verdadeiro show com promessa de muitas emoções já nesse final de semana, dias 16 e 17 de março.

Quem acompanhou bem de perto essas equipes foram Diego Hads e Felipe “Felpy” Cardoso, os casters desta temporada da Pro League. Ao decorrer das três semanas de confrontos válidos pela fase de grupos, que contou com 36 times ao todo, os especialistas puderam analisar o estilo de jogo de cada time, assim como virtudes e defeitos.

Com isso, essa dupla pode nos dar uma projeção sobre o que esperar da etapa presencial – que será disputada nos estúdios da BBL, na cidade de São Paulo, a começar pelo…

FAVORITO AO TÍTULO

É unanimidade que a FantasyDeath é apontada como a favorita para levar o título da Pro League. Estamos falando de “uma equipe que não jogou os dois primeiros dias da fase de grupos e mesmo assim conseguiu a maior pontuação da etapa”, como destacou Hads.

“Para mim, é a grande favorita.” E não é por acaso. Mesmo sem jogar as duas primeiras quedas da série inicial, como lembrou Hads, a FD simplesmente apavorou no restante daquele final de semana e chegou a somar nada menos do que 1310 pontos.

O ritmo avassalador só aumentou pela Semana #2, quando contabilizaram 1610 pontos. Mesmo tirando o pé do acelerador na última série da fase de grupos, a FantasyDeath em nenhum momento teve a liderança do grupo C ameaçada.

A pontuação geral final de 3630 é pra botar medo nos adversários. “Foram 600 pontos a mais que a STARS, que se classificou em primeiro pelo grupo A e é também um time que chega muito forte para esse presencial”, pontuou Hads.

Para o narrador, a FantasyDeath consegue explorar virtudes que a tornam uma equipe difícil de ser batida. “Eles têm um diferencial muito forte, que consiste num misto de tático bem definido, excelente mira e um posicionamento praticamente impecável pelo mapa.”

Felpy cantou a bola de quem dirige esse caminhão blindado que é o time. “A dupla, DRZZY e SharriiN, contabiliza muitas eliminações, podendo ser um fator crucial em qualquer partida. Eles apresentam uma sincronia em suas luta.”

E, de fato, os dois são responsáveis por mais da metade do total de kills cometidos pela equipe: são 46 abates de 70 somados.

QUEM CHEGA COM MORAL

Mesmo sendo franca favorita ao título, a FantasyDeath não terá vida fácil na etapa presencial da Pro League. Tem muita gente que pode atrapalhar os planos, como a molecada da STARS, líder do grupo A.

“É a outra equipe que eu acredito que vai conseguir a vaga para o mundial”, na visão de Hads, afinal, eles jogam “combinando uma boa trocação e muitas virtudes táticas. Eles vêm com um estilo muito sólido para as finais.”

Já a principal aposta de Felpy para quebrar com esse favoritismo da FantasyDeath é a Kingzone, que se classificou em segundo lugar também pelo grupo A.

“O time despertou minha atenção pelo ritmo imposto e pela agressividade em suas partidas. UBITA é um exímio jogador e um dos destaques de eliminação do campeonato”, destacou.

Os números não mentem: UBITA tem nada menos do que 32 abates realizados durante toda a fase de grupos. É um time que conseguiu a classificação para a fase decisiva da Pro League porque adotou o caminho da matança, como reforçou Felpy.

“O time sempre busca a luta e sabe como vencer qualquer tipo de batalha, por isso acredito que eles possam ir muito bem na etapa presencial.” As estatísticas outra vez estão aí para provar, já que a Kingzone foi a equipe que mais teve kill points, com 1740 ao total.

Tanto Felpy como Hads concordam que a INTZ é outra força que chega com moral aos estúdios da BBL. Trata-se de uma equipe que sempre figurou no pelotão de cima na tabela e que apresentou clara evolução na metade final para assegurar vaga pro presencial.

Hads destacou o “jogo de recuperação incrível” deles, que “fizeram por merecer a vaga para as finais”. Isso porque a INTZ não tinha vencido nenhuma queda ao término das Semanas #1 e #2, o que só aconteceu na última série quando venceram logo o primeiro game – e, assim, administraram bem a classificação.

Como exaltou Hads, “é um time bem equilibrado”, o que foi fundamental para chamar a classificação já que a INTZ sempre se manteve no Top-4, demonstrando, assim, muita consistência.

Na visão de Felpy, “ainda falta um toque final na equipe para converter suas partidas em vitórias, mas eles possuem todos os fundamentos do gênero battle royale e sabem como chegar longe nas partidas.”

Para o analista, “o apoio da organização pode ser um diferencial”, afinal, estamos falando de umas das equipes de melhor estrutura do cenário nacional de e-sports.

“Os jogadores têm a chance de virem para São Paulo antes para treinarem na Gaming House, o que pode ser a diferença que faltava para o time. Ter a disposição toda a estrutura de uma das maiores organizações do país, se bem aproveitado, pode fazer com que a INTZ seja a surpresa no presencial.”

Todas as cartas estão na mesa. Quem é a sua principal aposta para a etapa presencial da Pro League? Comente na página oficial do Garena Free Fire lá no Facebook!